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Procura por imóveis para moradia cresce no 4º tri de 2018 e sinaliza aquecimento do mercado

Procura por imóveis para moradia cresce no 4º tri de 2018 e sinaliza aquecimento do mercado

A busca por imóveis para moradia no quarto trimestre de 2018 subiu para 67%, dando continuidade à trajetória positiva e indicando um aquecimento do mercado, segundo dados levantados e divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Raio-X FipeZap.

Investimentos

Dentre os que declararam terem adquirido um imóvel nos últimos 12 meses, 33% declararam ter a pretensão de investir no empreendimento, sendo 61% para aluguel e 39% para revenda. Dos compradores em potencial, 14% ficaram para os investimentos e 86% para moradia, enquanto os proprietários com posse de mais de 12 meses de imóveis que desejavam investir ficou em 23%.

Descontos em transações

As transações com descontos realizadas no período ficaram estáveis, tendo registrado 69% ante aos 70% no terceiro trimestre de 2018. O desconto médio aplicado recuou ligeiramente nos últimos três meses do ano tanto na comparação com o trimestre quanto com dezembro de 2017, fechando em 13%.

Percepção sobre os preços atuais

A percepção dos preços entre os que adquiriram imóveis recentemente melhorou nos últimos quatro anos. Dos 84% que acreditavam que os valores estavam altos ou muito altos em 2014, quase metade dos respondentes mudou de opinião, tendo essa percepção caído para 44% no último trimestre de 2018.

Os que consideram os preços razoáveis subiram de 12% para 37% durante o período, tendo sofrido pequenas oscilações ao longo dos trimestres.

Também houve aumento no percentual de proprietários com percepção de preço baixo ou muito baixo. De 2014 para 2018 foi de 4% para 16%.

Expectativa de preço

No quarto trimestre de 2018, as pessoas que projetam uma elevação nominal dos preços nos próximos 12 meses formaram 33%. 38% preveem estabilidade e 13% esperam a queda no curto prazo. A expectativa média para o período subiu para 1,5%, tendo o terceiro trimestre apresentado valorização de 1,1%.

FonteMoneyTimes, 28/fev

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